O B adora carne. Podia até comer bife com batatas fritas todos os dias que seria uma pessoa feliz. Mas a sorte nem sempre lhe sorri nesse aspecto... e come todas as receitas que vocês aqui vêm e até vai gostando...
Resolvi fazer um bife tártaro que ele adora e partilhar aqui. É daquelas receitas tão fácil e rápida que num dia muito cheio, sabe bem e dá zero trabalho (sim, que nós merecemos ser mimados mas nem sempre temos que ficar 3h agarrados ao fogão).
Por isso, aqui fica. Para um, para dois, para jantar de amigos de última hora... dá para tudo. É um prato requintado, cheio de sabores e cor.
Para 1 pessoa:
200g de carne de vaca picada
1 chalota
8 alcaparras (opcional)
1 colher de chá de molho inglês
1 colher de chá de mostarda dijon
1 gema de ovo
sal a gosto
pimenta preta fresca moída q.b.
Coloque a carne numa tábua.
Pique finamente a chalota e junte-a à carne. Tempere com mostarda, molho inglês, sal e pimenta. Misture muito bem com as mãos, até fundir todos os sabores. Junte as alcaparras se desejar e por fim, a gema de ovo. Com um garfo envolva a gema na carne e sirva.
Pode servir com uma massa fresca salteada em azeite e alho ou uma salada verde.
Sem pretensões, este "spot" vai revelar segredos de cozinha, receitas, experiências, ideias e coisas inimagináveis ligadas ao prazer de comer. Quem disse que os blogues de cozinha são monocórdicos? Espero que gostem, que sonhem, que experimentem receitas e que tenham o vosso momento culinário diário! Eu terei o meu...
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Lasanha de carne
Que a minha Avó é uma inspiração, sabem muitos. Mas que eu sou detentora de verdadeiras relíquias da culinária, graças a ela, poucos têm ideia.
Desde máquinas dos anos 70, a modeladores de hamburgueres, a fritadeiras por estrear e a cassettes VHS com milhares (não, não é força de expressão) de receitas gravadas, aquilo que mais me fascina são os seus cadernos de receitas. Perfeitos, pormenorizados, com uma letra de fazer inveja e cheios de anotações e comentários que quase parece estarmos a conversar.
O caderno que ando agora a ler, tem receitas de babar - algumas eu já conhecia e já pus aqui no blog - outras ando a namorar. Experimentei esta lasanha de carne, que é uma delícia. Podem simplificar e comprar massa de lasanha fresca, para ser menos moroso.
Resolvi partilhar :)
2 embalagens de lasanha fresca
2 tomates
2 cebolas
5 dentes de alho
5 folhas de louro
500 g de carne picada limpa de vaca
1 caldo de galinha
50 g de chouriço picado
Azeite q.b.
500 ml de béchamel
pimenta a gosto
sal q.b.
Refogue a cebola,o alho e o louro em azeite.Junte os tomates em pedaços pequeninos, bem como o caldo de galinha. Deixe apurar um pouco.
Em seguida, adicione a carne e o chouriço, deixando apurar bem.
Barre um pirex de forno com um pouco do béchamel, e comece a montar a lasanha. Uma folha de massa e outra de carne, até terminar os ingredientes (sendo que a última deve ser de massa). Verta o restante molho por cima e leve ao forno até ficar ligeiramente tostado no topo.
Desde máquinas dos anos 70, a modeladores de hamburgueres, a fritadeiras por estrear e a cassettes VHS com milhares (não, não é força de expressão) de receitas gravadas, aquilo que mais me fascina são os seus cadernos de receitas. Perfeitos, pormenorizados, com uma letra de fazer inveja e cheios de anotações e comentários que quase parece estarmos a conversar.
O caderno que ando agora a ler, tem receitas de babar - algumas eu já conhecia e já pus aqui no blog - outras ando a namorar. Experimentei esta lasanha de carne, que é uma delícia. Podem simplificar e comprar massa de lasanha fresca, para ser menos moroso.
Resolvi partilhar :)
2 embalagens de lasanha fresca
2 tomates
2 cebolas
5 dentes de alho
5 folhas de louro
500 g de carne picada limpa de vaca
1 caldo de galinha
50 g de chouriço picado
Azeite q.b.
500 ml de béchamel
pimenta a gosto
sal q.b.
Refogue a cebola,o alho e o louro em azeite.Junte os tomates em pedaços pequeninos, bem como o caldo de galinha. Deixe apurar um pouco.
Em seguida, adicione a carne e o chouriço, deixando apurar bem.
Barre um pirex de forno com um pouco do béchamel, e comece a montar a lasanha. Uma folha de massa e outra de carne, até terminar os ingredientes (sendo que a última deve ser de massa). Verta o restante molho por cima e leve ao forno até ficar ligeiramente tostado no topo.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Lombinho de vaca no forno com vinho tinto e tomate fresco
Há pratos que merecem que lhes dediquemos tempo. Amor, todos eles.
Os pratos de forno pedem vagar, atenção e, quanto mais apurarem, mais deliciosos ficam.
É o caso de carne assada no forno. Qualquer uma... seja lombo de porco, cachaço, cupim, lombinho de vaca.
Comprei este lombinho que sorriu para mim assim que nos cruzámos no mercado e, sem mais delongas, trouxe-o. Vinha a magicar o que fazer com ele, quando me lembrei de ir investigar os assados do Jamie Oliver e pus-me, calmamente, na companhia de um chá maravilhoso, a folhear os livros que cá tenho.
Tirei umas ideias e resolvi simplificar um assado que o Chef costuma fazer ao Domingo. Juntei-lhe tomate, chalotas e batata. Tudo cozinhado ao mesmo tempo... Um prato reconfortante e absolutamente divinal.
1 lombinho de vaca limpo (cerca de 800g)
3 tomates
500g de batata para assar
3 chalotas
azeite q.b.
1 colher de sopa de óleo
3 colheres de sopa de polpa de tomate
1 lima
1 colher de sopa e mostarda
10 cl de vinho tinto
sal q.b.
pimenta q.b.
Corte as batatas em cubos, bem como o tomate e as chalotas.
Numa assadeira grande, disponha o lombo e junte os legumes, ao lado do mesmo.
Tempere com azeite, óleo, sumo de lima, sal e pimenta. Com a ajuda de um pincel, barre o lombo e as batatas com a polpa e apenas o lombo com a mostarda. Regue com vinho e leve ao forno por cerca de 1h.
Os pratos de forno pedem vagar, atenção e, quanto mais apurarem, mais deliciosos ficam.
É o caso de carne assada no forno. Qualquer uma... seja lombo de porco, cachaço, cupim, lombinho de vaca.
Comprei este lombinho que sorriu para mim assim que nos cruzámos no mercado e, sem mais delongas, trouxe-o. Vinha a magicar o que fazer com ele, quando me lembrei de ir investigar os assados do Jamie Oliver e pus-me, calmamente, na companhia de um chá maravilhoso, a folhear os livros que cá tenho.
Tirei umas ideias e resolvi simplificar um assado que o Chef costuma fazer ao Domingo. Juntei-lhe tomate, chalotas e batata. Tudo cozinhado ao mesmo tempo... Um prato reconfortante e absolutamente divinal.
1 lombinho de vaca limpo (cerca de 800g)
3 tomates
500g de batata para assar
3 chalotas
azeite q.b.
1 colher de sopa de óleo
3 colheres de sopa de polpa de tomate
1 lima
1 colher de sopa e mostarda
10 cl de vinho tinto
sal q.b.
pimenta q.b.
Corte as batatas em cubos, bem como o tomate e as chalotas.
Numa assadeira grande, disponha o lombo e junte os legumes, ao lado do mesmo.
Tempere com azeite, óleo, sumo de lima, sal e pimenta. Com a ajuda de um pincel, barre o lombo e as batatas com a polpa e apenas o lombo com a mostarda. Regue com vinho e leve ao forno por cerca de 1h.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Mousse de chocolate com gin e pimenta preta
Chegou o Outono. As roupas mais quentes começam a sair do armário, o vento já anda demasiado exaltado e a chuva apareceu, ainda que tímida.
Chega também a comida mais reconfortante, menos fresca, mais aconchegante. E isto também se aplica aos doces.
Por isso é que resolvi fazer uma mousse de chocolate com pimenta preta para aquecer nestes dias menos quentes em que já apetece estar bem confortável no sofá com uma taça de qualquer coisa que nos mime. E o chocolate, como bem sabemos, mima-nos muito! É uma espécie de psicólogo, mas em versão low-cost...
Enjoy!
200 g de chocolate de culinária
1 colher de sopa de manteiga
6 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de crème fraîche ou de natas
1 colher de sopa de gin
5 ovos
1 colher de chá de pimenta preta moída
Separe as gemas das claras.
Derreta o chocolate em banho-maria com a manteiga. Adicione o açúcar e misture bem. Junte as gemas, mexendo sempre. Por fim "tempere" com a pimenta, o gin e a crème fraîche, misturando muito bem.
Bata as claras em castelo firme e envolva-as no preparado.
Leve ao frio por cerca de 2h antes de servir.
Chega também a comida mais reconfortante, menos fresca, mais aconchegante. E isto também se aplica aos doces.
Por isso é que resolvi fazer uma mousse de chocolate com pimenta preta para aquecer nestes dias menos quentes em que já apetece estar bem confortável no sofá com uma taça de qualquer coisa que nos mime. E o chocolate, como bem sabemos, mima-nos muito! É uma espécie de psicólogo, mas em versão low-cost...
Enjoy!
200 g de chocolate de culinária
1 colher de sopa de manteiga
6 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de crème fraîche ou de natas
1 colher de sopa de gin
5 ovos
1 colher de chá de pimenta preta moída
Separe as gemas das claras.
Derreta o chocolate em banho-maria com a manteiga. Adicione o açúcar e misture bem. Junte as gemas, mexendo sempre. Por fim "tempere" com a pimenta, o gin e a crème fraîche, misturando muito bem.
Bata as claras em castelo firme e envolva-as no preparado.
Leve ao frio por cerca de 2h antes de servir.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Wraps de frango
A minha amiga A. pediu-me que lhe fizesse mini wraps para um lanche. Eu barafustei um bocadinho mas lá assenti e "fiz-me à vida". Sim, que eu acho sempre que não há impossíveis na cozinha e sou uma corajosa com novos desafios. Querem mini wraps? Mini wraps terão.
Vi uma data de receitas e de vídeos no Jamie, da Nigella e de todos os nossos "compatriotas" destas lides de fogão e achei que já tinha um mestrado em wraps. Chegou a hora H. Tinha mesmo que por as mãos na massa e criar qualquer coisa de muito bom, de muito saboroso e que miúdos e graúdos gostassem!
Assim nasceram os meus primeiríssimos wraps, que já repeti, e foram um sucesso por onde passaram.
Como é mais que "óbvio-lógico" tinha que os partilhar convosco. Preparados?
- 400g de farinha
- 400 ml de água
- 1 ovo grande
- 1 pitada de sal
- pimenta fresca moída q.b.
- 400 g de peito de frango
- 25 tomates cherry
- 1 alface frisada
- 1 colher de sopa de azeite
- 25 palitos
Misture a farinha, a água e o ovo inteiro. Tempere com sal e pimenta. Bata até obter uma mistura homogénea. Numa frigideira anti aderente deite a quantidade necessária para apenas cobrir o fundo da mesma. Deve ficar uma folha de crepe fina. Cozinhe de um lado e depois vire-a. Faça a mesma operação até terminar toda a massa.
Fatie os peitos de frango, lave os tomates, corte-os ao meio e lave a salada, partindo-a grosseiramente, mas em pequenos pedaços.
Noutra frigideira, cozinhe o frango com uma colher de sopa de azeite e uma pitada de sal. Quando cozinhados, corte-os em tiras pequenas e reserve.
Corte ao meio cada crepe e recheie com frango, tomate e alface. Enrole e prenda com um palito. Sirva com um molho fresco à parte ou com um boa maionese.
Vi uma data de receitas e de vídeos no Jamie, da Nigella e de todos os nossos "compatriotas" destas lides de fogão e achei que já tinha um mestrado em wraps. Chegou a hora H. Tinha mesmo que por as mãos na massa e criar qualquer coisa de muito bom, de muito saboroso e que miúdos e graúdos gostassem!
Assim nasceram os meus primeiríssimos wraps, que já repeti, e foram um sucesso por onde passaram.
Como é mais que "óbvio-lógico" tinha que os partilhar convosco. Preparados?
- 400g de farinha
- 400 ml de água
- 1 ovo grande
- 1 pitada de sal
- pimenta fresca moída q.b.
- 400 g de peito de frango
- 25 tomates cherry
- 1 alface frisada
- 1 colher de sopa de azeite
- 25 palitos
Misture a farinha, a água e o ovo inteiro. Tempere com sal e pimenta. Bata até obter uma mistura homogénea. Numa frigideira anti aderente deite a quantidade necessária para apenas cobrir o fundo da mesma. Deve ficar uma folha de crepe fina. Cozinhe de um lado e depois vire-a. Faça a mesma operação até terminar toda a massa.
Fatie os peitos de frango, lave os tomates, corte-os ao meio e lave a salada, partindo-a grosseiramente, mas em pequenos pedaços.
Noutra frigideira, cozinhe o frango com uma colher de sopa de azeite e uma pitada de sal. Quando cozinhados, corte-os em tiras pequenas e reserve.
Corte ao meio cada crepe e recheie com frango, tomate e alface. Enrole e prenda com um palito. Sirva com um molho fresco à parte ou com um boa maionese.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Caldeirada de peixe
Começa o Outono a espreitar e eu já me entusiasmo com pratos mais quentes e robustos. Pratos que sabem bem no sofá. Pratos cozinhados em barro ou no forno. Pratos que pedem uma manta e um enorme suspiro de satisfação. A caldeirada é um desses pratos. Bom peixe, umas batatas perfeitamente cortadas em largas rodelas, a cebola que se funde no molho, o pimento que chega e dá o ar da sua graça. É isto que acontece a cada garfada.
É um prato simples e desempoeirado, que não dá trabalho e quem nem se deve mexer! É só deixar estar. Apurar é a palavra de ordem e o paladar agradece.
Quando fiz esta caldeirada, pedi no mercado que me arranjassem peixes bons e mos cortassem em pedaços grosseiros, que vão perdendo lascas aquando da cozedura e que agradavelmente descobrimos à medida que vamos provando. Raia, cação, tamboril e safio foram os eleitos pela D. Teresa (essa Santa que me acode aos pedidos mais estranhos) e por cá, foi mais que aprovado. Estava para lá de fabuloso e eu tinha que partilhar convosco.
600g de peixe variado, partindo em pedaços
500g de batata
2 cebolas grandes
1 pimento vermelho
3 tomates
200 ml de vinho branco
azeite q.b.
sal q.b.
pimenta preta fresca q.b.
salsa a gosto
Descasque e corte as batatas em rodelas com cerca de um dedo de espessura. Descasque as cebolas e corte-as em meias luas muito finas. Corte o pimento em tiras longitudinais e os tomates bem lavados em rodelas. Lave o peixe e reserve.
Num tacho, leve as cebolas a refogar com uma quantidade boa de azeite (mais que o suficiente para cobrir o fundo). Deixe-as amolecer e ficarem alouradas. Disponha uma camada de batatas, uma de peixe, uma de tomate e uma de pimentos. Tempere com sal e pimenta q.b. e regue com uma parte do vinho. Repita este processo até terminar os ingredientes. Termine com salsa picada grosseiramente, a gosto. Cubra com uma tampa e deixe cozinhar em lume brando. Não mexa!
É um prato simples e desempoeirado, que não dá trabalho e quem nem se deve mexer! É só deixar estar. Apurar é a palavra de ordem e o paladar agradece.
Quando fiz esta caldeirada, pedi no mercado que me arranjassem peixes bons e mos cortassem em pedaços grosseiros, que vão perdendo lascas aquando da cozedura e que agradavelmente descobrimos à medida que vamos provando. Raia, cação, tamboril e safio foram os eleitos pela D. Teresa (essa Santa que me acode aos pedidos mais estranhos) e por cá, foi mais que aprovado. Estava para lá de fabuloso e eu tinha que partilhar convosco.
600g de peixe variado, partindo em pedaços
500g de batata
2 cebolas grandes
1 pimento vermelho
3 tomates
200 ml de vinho branco
azeite q.b.
sal q.b.
pimenta preta fresca q.b.
salsa a gosto
Descasque e corte as batatas em rodelas com cerca de um dedo de espessura. Descasque as cebolas e corte-as em meias luas muito finas. Corte o pimento em tiras longitudinais e os tomates bem lavados em rodelas. Lave o peixe e reserve.
Num tacho, leve as cebolas a refogar com uma quantidade boa de azeite (mais que o suficiente para cobrir o fundo). Deixe-as amolecer e ficarem alouradas. Disponha uma camada de batatas, uma de peixe, uma de tomate e uma de pimentos. Tempere com sal e pimenta q.b. e regue com uma parte do vinho. Repita este processo até terminar os ingredientes. Termine com salsa picada grosseiramente, a gosto. Cubra com uma tampa e deixe cozinhar em lume brando. Não mexa!
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Açorda de bacalhau
Já sei que alguns vão reclamar por fazer dois posts seguidos de bacalhau, mas este prato também tem que ser espalhado por aí.
Já sabem que não gosto de deitar comida fora e pão então... faz-me muita impressão. Sempre que endurece e sobra, eu guardo num saco à parte e tenho sempre uma óptima desculpa para fazer uma açorda. Seja a acompanhar algum prato ou seja ela a estrela da mesa, a açorda é outro daqueles pratos que aquece a alma.
Mas não pensem que por ser uma receita fácil e rápida devemos descurar na atenção que lhe damos... pelo contrário! A açorda é um prato que se prepara à conversa na cozinha, com amigos e um bom copo de vinho. É como o risotto.. se sairmos de perto dele, arriscamo-nos a perdê-lo para sempre ;)
- 500 g de bacalhau demolhado e desfiado/lascado
- 600 g de pão
- 1 l de água
- 3 ovos
- 2 chalotas
- 6 dentes de alho
- azeite q.b.
- pimenta preta moída fresca
- salsa q.b.
Demolhe o pão em água.
Leve a lume as chalotas e os dentes de alho finamente picados em azeite. Sejam generosos neste ingrediente... não ponham apenas a quantidade suficiente para cobrir o fundo do tacho.
Adicione o bacalhau quando as chalotas e o alho estiverem bem alourados. Mexa bem e a pouco e pouco vá acrescentando pão. Não pare de mexer, de forma a não pegar no fundo do tacho. Quando terminar o pão, tempere com pimenta preta ou pimenta de caiena (em menor quantidade) e envolva bem. Assim que o bacalhau estiver cozinhado, retire do lume (se for necessário, durante o processo de cozedura, acrescentar um pouco de água para amolecer melhor o pão, faça-o, mas cuidado para não ficar muito líquido).
Bata os três ovos inteiros e misture-os bem ao preparado. Finalize com salsa fresca picada a gosto.
Já sabem que não gosto de deitar comida fora e pão então... faz-me muita impressão. Sempre que endurece e sobra, eu guardo num saco à parte e tenho sempre uma óptima desculpa para fazer uma açorda. Seja a acompanhar algum prato ou seja ela a estrela da mesa, a açorda é outro daqueles pratos que aquece a alma.
Mas não pensem que por ser uma receita fácil e rápida devemos descurar na atenção que lhe damos... pelo contrário! A açorda é um prato que se prepara à conversa na cozinha, com amigos e um bom copo de vinho. É como o risotto.. se sairmos de perto dele, arriscamo-nos a perdê-lo para sempre ;)
- 500 g de bacalhau demolhado e desfiado/lascado
- 600 g de pão
- 1 l de água
- 3 ovos
- 2 chalotas
- 6 dentes de alho
- azeite q.b.
- pimenta preta moída fresca
- salsa q.b.
Demolhe o pão em água.
Leve a lume as chalotas e os dentes de alho finamente picados em azeite. Sejam generosos neste ingrediente... não ponham apenas a quantidade suficiente para cobrir o fundo do tacho.
Adicione o bacalhau quando as chalotas e o alho estiverem bem alourados. Mexa bem e a pouco e pouco vá acrescentando pão. Não pare de mexer, de forma a não pegar no fundo do tacho. Quando terminar o pão, tempere com pimenta preta ou pimenta de caiena (em menor quantidade) e envolva bem. Assim que o bacalhau estiver cozinhado, retire do lume (se for necessário, durante o processo de cozedura, acrescentar um pouco de água para amolecer melhor o pão, faça-o, mas cuidado para não ficar muito líquido).
Bata os três ovos inteiros e misture-os bem ao preparado. Finalize com salsa fresca picada a gosto.
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