Na Sexta-feira tive cá amigos a jantar e tinha comprado uns amendoins para usar numa entrada. Ainda não tinha pensado muito no assunto quando me ocorreu fazer uma variante de uma receita que tinha visto no 24Kitchen com queijo chèvre.
Gosto de fazer "coisas" e de ter vários sabores, texturas e aromas na mesa. Depois é cada um por si e, entre pica-pica e goles de vinho, a conversa flui e as gargalhadas tomam conta da noite.
Assim foi na Sexta-feira. A S. e o S. vieram cá e tivemos 7 petiscos. Um deles, este chèvre que não dá trabalho nenhum, é absolutamente delicioso e torna-se quase viciante.... uma entrada que ganhou fãs, pelo menos na nossa mesa ;)
4 rodelas de queijo chèvre com cerca 2 cm de espessura cada
1 mão cheia de amendoins
sal q.b.
pimenta q.b.
Numa frigideira anti aderente torre os amendoins (sem gordura), depois de temperados com sal e pimenta.
Retire-os, deixe-os arrefecer e pique-os finamente com uma faca.
Pegue nas rodelas de queijo e calque-as suavemente sobre os amendoins. Leve a brasear numa frigideira anti aderente, cerca de 8 segundos de cada lado, tentando derreter apenas o interior.
Sem pretensões, este "spot" vai revelar segredos de cozinha, receitas, experiências, ideias e coisas inimagináveis ligadas ao prazer de comer. Quem disse que os blogues de cozinha são monocórdicos? Espero que gostem, que sonhem, que experimentem receitas e que tenham o vosso momento culinário diário! Eu terei o meu...
quarta-feira, 31 de julho de 2013
segunda-feira, 29 de julho de 2013
A receita original de molho bolonhesa
Quando me falam em leite, geralmente torço o nariz. Há muitos anos que deixei de beber e acho que não me faz falta nenhuma.
Em algumas receitas tenho mesmo que por, mas desde que não me saiba... caso contrário, não toco.
Andava eu contente nas minhas pesquisas e anotações e descubro que... a bolonhesa original leva leite! Ia-me caindo tudo... andei enganada durante anos e pelos vistos a cozinhar mal a receita. Ainda me tentei safar pensando que seria um artigo sem exemplo, mas investiguei mais a fundo e é verdade. E desengane-se quem pensa que leva spaghetti... leva tagliatelle. Menos mal, pensei eu...
Quando comecei a ler os ingredientes (novos) do original molho bolonhesa, tive que experimentar. E tenho que dar a mão à palmatória: é uma delícia!
E está devidamente registado na Câmara do Comércio de Bolonha.
Vamos a isso?
300g de carne de vaca moída
150g de pancetta
50g de cenoura
50g de aipo
50g de cebola
5 colheres de molho de tomate natural
1/2 copo de vinho branco
200ml de leite
sal q.b.
pimenta do reino q.b.
Pique a pancetta e cozinhe-a numa frigideira, deixando largar a própria gordura. Adicione a cenoura, o aipo e a cebola e deixe refogar. Acrescente a carne picada e deixe fritar.
Junte o vinho, o tomate e tempere com sal e pimenta. Deixe ferver por duas horas e durante esse período, vá acrescentando leite aos poucos. Rectifique temperos e sirva bem quente com tagliatelle.
(Eu só tinha spaghetti, por isso é o que vos mostro na foto e juntei pedaços de um tomate fresco, mas que não faz parte da receita original)
Em algumas receitas tenho mesmo que por, mas desde que não me saiba... caso contrário, não toco.
Andava eu contente nas minhas pesquisas e anotações e descubro que... a bolonhesa original leva leite! Ia-me caindo tudo... andei enganada durante anos e pelos vistos a cozinhar mal a receita. Ainda me tentei safar pensando que seria um artigo sem exemplo, mas investiguei mais a fundo e é verdade. E desengane-se quem pensa que leva spaghetti... leva tagliatelle. Menos mal, pensei eu...
Quando comecei a ler os ingredientes (novos) do original molho bolonhesa, tive que experimentar. E tenho que dar a mão à palmatória: é uma delícia!
E está devidamente registado na Câmara do Comércio de Bolonha.
Vamos a isso?
300g de carne de vaca moída
150g de pancetta
50g de cenoura
50g de aipo
50g de cebola
5 colheres de molho de tomate natural
1/2 copo de vinho branco
200ml de leite
sal q.b.
pimenta do reino q.b.
Pique a pancetta e cozinhe-a numa frigideira, deixando largar a própria gordura. Adicione a cenoura, o aipo e a cebola e deixe refogar. Acrescente a carne picada e deixe fritar.
Junte o vinho, o tomate e tempere com sal e pimenta. Deixe ferver por duas horas e durante esse período, vá acrescentando leite aos poucos. Rectifique temperos e sirva bem quente com tagliatelle.
(Eu só tinha spaghetti, por isso é o que vos mostro na foto e juntei pedaços de um tomate fresco, mas que não faz parte da receita original)
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Molhos que todos devemos saber fazer!
Já há imenso tempo que ando para fazer este post e peço desculpa a quem já me tinha pedido dicas sobre molhos... De facto são fundamentais, dão jeito para mil e uma coisas e nem sempre sabemos onde ir buscar.
Não digo com isto que o meu molho Holandês é melhor que o da vizinha, mas eram as receitas da minha Avó e todas elas saem certinhas.
Comecei a pesquisar por entre livros e papéis com anotações uma receitas de molhos quando fiz a minha primeira lasanha e precisava de um molho béchamel. Ora se eu tinha feito tudo de raiz, não ia ser o molho a estragar tudo... por isso aventurei-me e saiu muito bem.
Béchamel dá para muita coisa: lombinhos de pescada, lasanha, folhados com frango... enfim! O molho Holandês é essencial para uns bons ovos benedict e por aí fora...
Por isso, aqui ficam algumas receitas, que esperam que sejam úteis.
Como sabem, cozinho sempre as minhas sugestões e fotografo-as para vocês verem, mas tanto molho não dava para guardar, por isso... a foto não corresponde! É a minha heroína, a Julia Child ;)
Molho Holandês:
2 gemas
150 g de manteiga
1 colher de sopa de água morna
gotas de sumo de limão
sal q.b.
pimenta preta q.b.
Num tacho coloque água e uma taça por cima, sem que está toque no líquido (para cozinhar em banho-Maria). Aqueça até estar quase a ferver.
Na taça misture as gemas, a água e tempere com sal e pimenta. Bata com uma vara de arames até o molho começar a engrossar.
Vá juntando pedaços da manteiga e mexendo bem até que esta derreta, até terminar toda a manteiga disponível. Desligue o lume e junte umas gotas de sumo de limão, enquanto continua a bater.
Molho Béchamel:
3 colheres de sopa de manteiga
3 colheres de sopa de farinha
leite q.b.
sal q.b.
pimenta preta q.b.
noz moscada q.b.
Num tacho derreta a manteiga e adicione a farinha, mexendo sempre com uma vara de arames. Vá juntando leite aos poucos, nunca parando de mexer. Tempere e deixe cozinhar até o molho engrossar, verificando sempre que fica com uma textura suave e sem grumos. Atenção! Não deite muito leite de cada vez, para não aguar o molho.
Aioli:
2 dentes de alho
2 colheres de chá de mostarda Dijon
2 gemas
2 dl de azeite
1 colher de vinho do Porto seco
sal q.b.
pimenta q.b.
gotas de sumo de limão
Misture o alho, o sumo de limão, a mostarda e tempere com sal e pimenta. Junte as gemas e bata com uma vara de arames. Adicione o azeite, primeiro em gotas e depois em fio, nunca parando de bater. Junte o Porto e misture bem.
Não digo com isto que o meu molho Holandês é melhor que o da vizinha, mas eram as receitas da minha Avó e todas elas saem certinhas.
Comecei a pesquisar por entre livros e papéis com anotações uma receitas de molhos quando fiz a minha primeira lasanha e precisava de um molho béchamel. Ora se eu tinha feito tudo de raiz, não ia ser o molho a estragar tudo... por isso aventurei-me e saiu muito bem.
Béchamel dá para muita coisa: lombinhos de pescada, lasanha, folhados com frango... enfim! O molho Holandês é essencial para uns bons ovos benedict e por aí fora...
Por isso, aqui ficam algumas receitas, que esperam que sejam úteis.
Como sabem, cozinho sempre as minhas sugestões e fotografo-as para vocês verem, mas tanto molho não dava para guardar, por isso... a foto não corresponde! É a minha heroína, a Julia Child ;)
Molho Holandês:
2 gemas
150 g de manteiga
1 colher de sopa de água morna
gotas de sumo de limão
sal q.b.
pimenta preta q.b.
Num tacho coloque água e uma taça por cima, sem que está toque no líquido (para cozinhar em banho-Maria). Aqueça até estar quase a ferver.
Na taça misture as gemas, a água e tempere com sal e pimenta. Bata com uma vara de arames até o molho começar a engrossar.
Vá juntando pedaços da manteiga e mexendo bem até que esta derreta, até terminar toda a manteiga disponível. Desligue o lume e junte umas gotas de sumo de limão, enquanto continua a bater.
Molho Béchamel:
3 colheres de sopa de manteiga
3 colheres de sopa de farinha
leite q.b.
sal q.b.
pimenta preta q.b.
noz moscada q.b.
Num tacho derreta a manteiga e adicione a farinha, mexendo sempre com uma vara de arames. Vá juntando leite aos poucos, nunca parando de mexer. Tempere e deixe cozinhar até o molho engrossar, verificando sempre que fica com uma textura suave e sem grumos. Atenção! Não deite muito leite de cada vez, para não aguar o molho.
Aioli:
2 dentes de alho
2 colheres de chá de mostarda Dijon
2 gemas
2 dl de azeite
1 colher de vinho do Porto seco
sal q.b.
pimenta q.b.
gotas de sumo de limão
Misture o alho, o sumo de limão, a mostarda e tempere com sal e pimenta. Junte as gemas e bata com uma vara de arames. Adicione o azeite, primeiro em gotas e depois em fio, nunca parando de bater. Junte o Porto e misture bem.
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| Julia Child e o seu maior fã, o marido, Paul |
terça-feira, 23 de julho de 2013
Cogumelos Paris recheados
Tenho tido muita gente a jantar cá em casa, agora que não saio por causa da baby C. E apesar de amar cozinhar, nem sempre temos as ideias a fluir como gostaríamos. Tenho tido uns dias de trabalho bastante ocupados e quando chega a altura de fazer o jantar, nem sempre tenho tempo de me dedicar a uma ou outra receita que tinha em mente. Isto da falta de tempo aliada a dois ou três ingredientes que sobraram e que estão abandonados no frigorífico, pode despoletar bons petiscos. E foi isso que aconteceu a 3 fatias de bacon, meia dúzia de cogumelos e a um restinho de mostarda de groselha.
6 cogumelos Paris limpos e sem pé
2 tiras finas de bacon (a 3ª comi...)
6 colheres de chá de queijo creme
3 colheres de café de mostarda de groselha.
Limpe e arranje os cogumelos. Em seguida, corte as fatias de bacon em pedacinhos pequenos. Aqueça uma frigideira anti aderente sem gordura nenhum. Quando esta estiver bem quente, frite o bacon até ficar crocante.
Recheie os cogumelos com o bacon, uma colher de chá de queijo creme por cada um e meia colher de café de mostarda de groselha. Por fim, leve os cogumelos à mesma frigideira onde fritou o bacon e salteie-os.
6 cogumelos Paris limpos e sem pé
2 tiras finas de bacon (a 3ª comi...)
6 colheres de chá de queijo creme
3 colheres de café de mostarda de groselha.
Limpe e arranje os cogumelos. Em seguida, corte as fatias de bacon em pedacinhos pequenos. Aqueça uma frigideira anti aderente sem gordura nenhum. Quando esta estiver bem quente, frite o bacon até ficar crocante.
Recheie os cogumelos com o bacon, uma colher de chá de queijo creme por cada um e meia colher de café de mostarda de groselha. Por fim, leve os cogumelos à mesma frigideira onde fritou o bacon e salteie-os.
sábado, 20 de julho de 2013
Mercadices
Para o dia começar bem todos temos os nossos rituais e requisitos. Eu tenho vários, como toda a gente. Mas ir ao Mercado é uma garantia de me "por para cima"! Adoro, desde sempre.
No Inverno há manhãs que custa imenso levantar o esqueleto da cama para ir rapar um frio do outro mundo e trazer 6 cogumelos e uma tranche de abóbora. Eu percebo. Mas chegando lá, há qualquer coisa de mágico que me invade e fico automaticamente bem disposta. A energia, as cores, os risos, as conversas de banca em banca, os aromas... tudo me envolve e faz de mim uma pessoa genuinamente feliz.
Hoje, cheiaaaaa de sono, rabugenta com o vizinho que insiste numas obras complexas que todos os dias dão início a uma cacafonia medonha por volta das 8h00, lá me pus a caminho. Uma paragem obrigatória no Cacau onde bebi café e troquei dois dedos de conversa. Depois comecei o meu ritual: carne, peixe, aves, especiarias, frutas e legumes. Conversas sem pressa e deslumbramento por todos os sítios onde passo (quase como se de uma primeira visita se tratasse). Passei pelas flores mas hoje deviam ter bónus porque estavam o dobro do preço de ontem... coisas!
Demorei umas duas horas nesta minha passeata (porque amanhã não há e a malta precisa de voltar com as energias carregadas) e cheguei a casa a cantarolar. Já arrumei os meus cestos, já provei algumas coisas e achei que tinha que partilhar convosco esta sensação maravilhosa.
Tenho pena de ver os mercados com menos gente do que seria de esperar. Tenho pena que ajudemos mais a economia externa do que os nossos agricultores que tem coisas TÃO boas! Tenho pena que todos falem em poupança e se vão abastecer a hipermercados e tragam carne em embalagens com 3 dias de refrigeração e paguem o dobro.
Vá lá... venham mais ao mercado! Os produtores e os comerciantes agradecem. O vosso palato e a vossa carteira, também.
Mas as imagens valem mais que qualquer palavra minha, por isso....
No Inverno há manhãs que custa imenso levantar o esqueleto da cama para ir rapar um frio do outro mundo e trazer 6 cogumelos e uma tranche de abóbora. Eu percebo. Mas chegando lá, há qualquer coisa de mágico que me invade e fico automaticamente bem disposta. A energia, as cores, os risos, as conversas de banca em banca, os aromas... tudo me envolve e faz de mim uma pessoa genuinamente feliz.
Hoje, cheiaaaaa de sono, rabugenta com o vizinho que insiste numas obras complexas que todos os dias dão início a uma cacafonia medonha por volta das 8h00, lá me pus a caminho. Uma paragem obrigatória no Cacau onde bebi café e troquei dois dedos de conversa. Depois comecei o meu ritual: carne, peixe, aves, especiarias, frutas e legumes. Conversas sem pressa e deslumbramento por todos os sítios onde passo (quase como se de uma primeira visita se tratasse). Passei pelas flores mas hoje deviam ter bónus porque estavam o dobro do preço de ontem... coisas!
Demorei umas duas horas nesta minha passeata (porque amanhã não há e a malta precisa de voltar com as energias carregadas) e cheguei a casa a cantarolar. Já arrumei os meus cestos, já provei algumas coisas e achei que tinha que partilhar convosco esta sensação maravilhosa.
Tenho pena de ver os mercados com menos gente do que seria de esperar. Tenho pena que ajudemos mais a economia externa do que os nossos agricultores que tem coisas TÃO boas! Tenho pena que todos falem em poupança e se vão abastecer a hipermercados e tragam carne em embalagens com 3 dias de refrigeração e paguem o dobro.
Vá lá... venham mais ao mercado! Os produtores e os comerciantes agradecem. O vosso palato e a vossa carteira, também.
Mas as imagens valem mais que qualquer palavra minha, por isso....
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Spaghetti nero com cubos de salmão fresco
Vocês sabem que eu sou adepta de comida de conforto, mas ultra saborosa. Foi por isso que ontem decidi fazer um prato que não passava cá em casa há alguns anos. Spaghetti nero com lombos de salmão fresco.
Aproveitei o fim de dia mais ameno, peguei na miúda e rumei em busca de um pacote de massa. Antes era mais difícil, só encontrava em duas ou três lojas em Lisboa. Hoje em dia, como quase tudo, já se vê à venda num grande hipermercado. Aproveitei que ia comprar duas ou três coisas ao dito sítio para verificar se o afamado esparguete por lá andava. E sim! Mas continua caro. O mais barato custa 2,67. E são 500g. Mas vale a pena... ficou delicioso, o B rejubilou de alegria e tivemos (mais) um jantar perfeito.
Demora 10 minutos a preparar, faz um vistão e o sabor é maravilhoso... vamos a isso?
500g de esparguete preto (com tinta de choco)
400 g de lombos de salmão completamente limpos
1 limão
1 lima
1 colher de chá de molho inglês
1 colher de chá de molho de soja
1 colher de sopa de azeite extra virgem
piri-piri caseiro a gosto
sal q.b.
Ferva água num tacho largo (para a massa não ficar toda colada) e coza a massa por cerca de 7 minutos.
Enquanto isso, prepare o salmão. Numa tábua de cozinha corte os lombos em cubos, passe-os por água e sacuda bem. De volta à tábua, tempere com sal a gosto, o sumo de um limão, a raspa de uma lima, o molho inglês e o de soja. Adicione umas gotas de piri-piri, se desejar.
Envolva tudo cuidadosamente com as mãos e aguarde pela cozedura da massa.
Quando estiver pronta, escorra-a e passe-a por um fio de azeite extra virgem. Coloque numa taça e adicione o salmão. Misture cuidadosamente para não esfarelar o peixe e sirva :)
Aproveitei o fim de dia mais ameno, peguei na miúda e rumei em busca de um pacote de massa. Antes era mais difícil, só encontrava em duas ou três lojas em Lisboa. Hoje em dia, como quase tudo, já se vê à venda num grande hipermercado. Aproveitei que ia comprar duas ou três coisas ao dito sítio para verificar se o afamado esparguete por lá andava. E sim! Mas continua caro. O mais barato custa 2,67. E são 500g. Mas vale a pena... ficou delicioso, o B rejubilou de alegria e tivemos (mais) um jantar perfeito.
Demora 10 minutos a preparar, faz um vistão e o sabor é maravilhoso... vamos a isso?
500g de esparguete preto (com tinta de choco)
400 g de lombos de salmão completamente limpos
1 limão
1 lima
1 colher de chá de molho inglês
1 colher de chá de molho de soja
1 colher de sopa de azeite extra virgem
piri-piri caseiro a gosto
sal q.b.
Ferva água num tacho largo (para a massa não ficar toda colada) e coza a massa por cerca de 7 minutos.
Enquanto isso, prepare o salmão. Numa tábua de cozinha corte os lombos em cubos, passe-os por água e sacuda bem. De volta à tábua, tempere com sal a gosto, o sumo de um limão, a raspa de uma lima, o molho inglês e o de soja. Adicione umas gotas de piri-piri, se desejar.
Envolva tudo cuidadosamente com as mãos e aguarde pela cozedura da massa.
Quando estiver pronta, escorra-a e passe-a por um fio de azeite extra virgem. Coloque numa taça e adicione o salmão. Misture cuidadosamente para não esfarelar o peixe e sirva :)
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Hamburguer de novilho com azeite de caril e massa fresca
Isto de ter que ter imaginação para apresentar em propostas, para miúdos e graúdos, para fazer caterings diários e ainda tratar do jantar cá de casa, não é pêra doce.
Não digo isto em jeito de queixume, mas sim num grito que tenta parar o turbilhão de ideias que atravessam a minha cabeça constantemente. Comida, receitas, inovação, petiscos, pratos de forno, amuse- bouche, jantares formais e receber amigos.... dá para tudo e o registo muda várias vezes ao longo do dia.
Mas há dias em que o cansaço nos invade de uma maneira inexplicável que começa nos pés, amolece o corpo todo e só nos apetece ter tudo pronto e mergulhar no sofá sem pensar em mais nada. Mas ainda há o jantar... e tem que ser bom, suculento, saboroso e reconfortante. Estes hamburgueres são isso tudo e mais um bocadinho :)
Para 2 pessoas:
500 g de novilho picado
250 g de massa fresca
5 colheres de sopa de azeite
2 colheres de chá de caril em pó
1 malagueta
5 gotas de sumo de lima
sal q.b.
Ferva água e coza a massa fresca em 3 minutos, para ficar al dente.
Numa frigideira grande aqueça o azeite e junte o pó de caril. Adicione a malagueta e disponha os hamburgueres. Cozinhe cerca de 2 minutos de cada lado e verá que os sucos da carne começam a soltar-se e a ligar-se ao azeite. Tempere com sal de um lado e do outro (quando os virar) e finalize com o sumo de lima.
Vá agitando a frigideira, de modo a que todos os sabores fiquem bem misturados.
Entretanto, salteie a massa num fio de azeite bem quente com um dente de alho picado.
Sirva de imediato e opte por acompanhar com uma salada verde, por exemplo :)
Não digo isto em jeito de queixume, mas sim num grito que tenta parar o turbilhão de ideias que atravessam a minha cabeça constantemente. Comida, receitas, inovação, petiscos, pratos de forno, amuse- bouche, jantares formais e receber amigos.... dá para tudo e o registo muda várias vezes ao longo do dia.
Mas há dias em que o cansaço nos invade de uma maneira inexplicável que começa nos pés, amolece o corpo todo e só nos apetece ter tudo pronto e mergulhar no sofá sem pensar em mais nada. Mas ainda há o jantar... e tem que ser bom, suculento, saboroso e reconfortante. Estes hamburgueres são isso tudo e mais um bocadinho :)
Para 2 pessoas:
500 g de novilho picado
250 g de massa fresca
5 colheres de sopa de azeite
2 colheres de chá de caril em pó
1 malagueta
5 gotas de sumo de lima
sal q.b.
Ferva água e coza a massa fresca em 3 minutos, para ficar al dente.
Numa frigideira grande aqueça o azeite e junte o pó de caril. Adicione a malagueta e disponha os hamburgueres. Cozinhe cerca de 2 minutos de cada lado e verá que os sucos da carne começam a soltar-se e a ligar-se ao azeite. Tempere com sal de um lado e do outro (quando os virar) e finalize com o sumo de lima.
Vá agitando a frigideira, de modo a que todos os sabores fiquem bem misturados.
Entretanto, salteie a massa num fio de azeite bem quente com um dente de alho picado.
Sirva de imediato e opte por acompanhar com uma salada verde, por exemplo :)
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